Com o apoio do Instituto CADES, a iniciativa leva o esporte a comunidades e escolas públicas que antes não tinham acesso.
Em espaços esportivos simples e acessíveis, o tênis deixa a imagem elitista para assumir um papel social. Essa transformação é impulsionada por diversas iniciativas, entre elas as do Instituto Cidadania Através do Esporte, Educação e Cultura (CADES), que desenvolve projetos voltados ao fortalecimento de vínculos, à atuação em rede e à promoção da saúde física e mental.
Segundo dados da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), nos últimos anos houve um crescimento consistente no número de praticantes e atletas federados, além do aumento de clubes registrados. As inscrições nas competições nacionais e a expansão do calendário mostram que uma nova geração está chegando em massa às quadras e fortalecendo a base do tênis no país.
Hoje, quem busca aprender tênis no Brasil precisa investir bastante. As aulas variam entre R$50 e R$250 por hora em São Paulo (SP), dependendo do local e do tipo de treino.
Para se equipar, uma raquete adequada custa de R$500 a R$1.900, conforme pesquisas em lojas nacionais. Quando somados, esses valores mostram que o acesso ao tênis ainda exige um investimento significativo, o que acaba limitando sua popularização.
O CADES nasceu em 2007, sendo uma instituição sem fins lucrativos, a sua missão é
promover cidadania e inclusão social levando educação e qualidade de vida, além da
ampliação da prática da modalidade do esporte lúdico, dinâmico e saudável entre crianças e adolescentes.
A presidente Titina Amaro contou que o projeto foi criado para democratizar o acesso de modalidades que fogem do currículo básico escolar e os esportes de raquetes estão entre eles. Ela ressaltou que eles trabalham muito a questão da empatia, disciplina, de saber ganhar e perder, a história da modalidade e não só praticar o esporte em si.
Titina contou que o CADES tem demonstrado grande preocupação com a saúde mental de crianças e adolescentes. Eles oferecem apoio psicológico no projeto, acompanhando as crianças e conversando sobre temas como bullying, empatia, depressão e ansiedade.
As escolas e famílias desempenham papel fundamental, identificando comportamentos diferentes ou situações de vulnerabilidade entre os jovens. De acordo com a presidente Titina, essa abordagem tem gerado resultados positivos, com uma melhora significativa no comportamento das crianças e adolescentes atendidos pelo projeto.
Em contrapartida, a tenista Giovanna Soueid de 18 anos que sempre pôde pagar suas aulas de tênis, destacou a importância dos projetos sociais e o impacto do esporte na vida de crianças e adolescentes. Antes de se dedicar ao tênis, Giovanna praticava judô, mas, no começo da carreira, contou com a ajuda de um familiar para se manter no esporte enquanto se adaptava à nova modalidade. Ela também precisou se mudar de São Paulo para Mogi das Cruzes, já que as aulas na capital eram muito caras.
Embora o tênis ainda seja visto como um esporte elitista, ele pode ir muito além das quadras. Projetos como o do CADES mostram que o esporte, junto com apoio psicológico e atenção às crianças e adolescentes, pode transformar vidas, ajudando os jovens a desenvolver não só habilidades físicas, mas também equilíbrio emocional, empatia e oportunidades de crescimento.
O tênis se torna acessível e transforma vidas pelo Brasil
Com o apoio do Instituto CADES, a iniciativa leva o esporte a comunidades e escolas públicas que antes não tinham acesso.
Em espaços esportivos simples e acessíveis, o tênis deixa a imagem elitista para assumir um papel social. Essa transformação é impulsionada por diversas iniciativas, entre elas as do Instituto Cidadania Através do Esporte, Educação e Cultura (CADES), que desenvolve projetos voltados ao fortalecimento de vínculos, à atuação em rede e à promoção da saúde física e mental.
Segundo dados da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), nos últimos anos houve um crescimento consistente no número de praticantes e atletas federados, além do aumento de clubes registrados. As inscrições nas competições nacionais e a expansão do calendário mostram que uma nova geração está chegando em massa às quadras e fortalecendo a base do tênis no país.
Hoje, quem busca aprender tênis no Brasil precisa investir bastante. As aulas variam entre R$50 e R$250 por hora em São Paulo (SP), dependendo do local e do tipo de treino.
Para se equipar, uma raquete adequada custa de R$500 a R$1.900, conforme pesquisas em lojas nacionais. Quando somados, esses valores mostram que o acesso ao tênis ainda exige um investimento significativo, o que acaba limitando sua popularização.
O CADES nasceu em 2007, sendo uma instituição sem fins lucrativos, a sua missão é
promover cidadania e inclusão social levando educação e qualidade de vida, além da
ampliação da prática da modalidade do esporte lúdico, dinâmico e saudável entre crianças e adolescentes.
A presidente Titina Amaro contou que o projeto foi criado para democratizar o acesso de modalidades que fogem do currículo básico escolar e os esportes de raquetes estão entre eles. Ela ressaltou que eles trabalham muito a questão da empatia, disciplina, de saber ganhar e perder, a história da modalidade e não só praticar o esporte em si.
Titina contou que o CADES tem demonstrado grande preocupação com a saúde mental de crianças e adolescentes. Eles oferecem apoio psicológico no projeto, acompanhando as crianças e conversando sobre temas como bullying, empatia, depressão e ansiedade.
As escolas e famílias desempenham papel fundamental, identificando comportamentos diferentes ou situações de vulnerabilidade entre os jovens. De acordo com a presidente Titina, essa abordagem tem gerado resultados positivos, com uma melhora significativa no comportamento das crianças e adolescentes atendidos pelo projeto.
Em contrapartida, a tenista Giovanna Soueid de 18 anos que sempre pôde pagar suas aulas de tênis, destacou a importância dos projetos sociais e o impacto do esporte na vida de crianças e adolescentes. Antes de se dedicar ao tênis, Giovanna praticava judô, mas, no começo da carreira, contou com a ajuda de um familiar para se manter no esporte enquanto se adaptava à nova modalidade. Ela também precisou se mudar de São Paulo para Mogi das Cruzes, já que as aulas na capital eram muito caras.
Embora o tênis ainda seja visto como um esporte elitista, ele pode ir muito além das quadras. Projetos como o do CADES mostram que o esporte, junto com apoio psicológico e atenção às crianças e adolescentes, pode transformar vidas, ajudando os jovens a desenvolver não só habilidades físicas, mas também equilíbrio emocional, empatia e oportunidades de crescimento.
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